O Brasil continua a se destacar no cenário internacional das criptomoedas, conquistando a nona posição no mais recente Índice de Adoção Global de Criptomoedas, elaborado pela renomada empresa de análise de blockchain, Chainalysis.

O índice inovador combina dados da blockchain com informações do mundo real para determinar quais países lideram a adoção orgânica de criptomoedas, priorizando o envolvimento das pessoas comuns em vez de se concentrar apenas nos volumes brutos de transações.

O Destaque do Brasil na Adoção Global

Ao contrário das suposições convencionais, que frequentemente associam os países mais ricos e economicamente robustos com a liderança na adoção de criptomoedas, o índice da Chainalysis mostra uma narrativa diferente. De fato, outros países em desenvolvimento como Brasil, também estão surpreenderam no ranking. Sendo eles, em ordem: Índia, Nigéria, Vietnã, Estados Unidos, Ucrânia, Filipinas, Indonésia, Paquistão, Brasil e Tailândia.

Além de ter ficado em 9º lugar no ranking global, o Brasil também se destacou em outras categorias cruciais, de acordo com o relatório. Nas exchanges centralizadas, o país conquistou a 9ª posição, demonstrando uma infraestrutura sólida e um ambiente favorável para a negociação de ativos digitais.

No que diz respeito a inclusão financeira e a descentralização do controle sobre os ativos digitais, ilustrado em forma de volume de comércio peer-to-peer (P2P), o Brasil se estabeleceu em 15º lugar. Além disso, no setor em rápido crescimento de Finanças Descentralizadas (DeFi), o Brasil se destacou como 11ª colocação em termos de valor total envolvido.

Queda da Adoção Global

De acordo com o relatório, a adoção geral global de criptomoedas apresentou uma queda significativa. Embora tenha ocorrido uma notável recuperação desde o período difícil no final de 2022, coincidindo com a crise na FTX, a adoção ainda está consideravelmente distante dos picos históricos.

No entanto, essa realidade não se aplica de maneira uniforme a todos os lugares. Existe um segmento crucial de países onde a adoção na base se recuperou mais: os países de renda média-baixa (LMI). Essa designação se baseia na renda nacional bruta por habitante, segundo o Banco Mundial.

Conclusão

A nona posição do Brasil no Índice de Adoção Global de Criptomoedas da Chainalysis reflete a rápida evolução. Assim como a aceitação dessa classe de ativos no país. A população brasileira está demonstrando um interesse substancial para explorar as oportunidades oferecidas pelo mundo das criptomoedas. À medida que o ecossistema global de criptomoedas continua a se expandir, o Brasil está firmemente estabelecido como um participante influente e promissor neste cenário em constante evolução.