Uma pesquisa recente apontou que mais de três quartos dos consumidores americanos estão preocupados com a inflação. O fenômeno não causa surpresa nos analistas do mercado, visto que o banco central do país atuou de maneira enfática, injetando dinheiro por conta da pandemia.

Na pesquisa, 42% dos entrevistados disseram que estavam "muito preocupados", o que era mais do que o dobro da proporção (17%) que disseram que "não estavam nem um pouco preocupados".

Além dos efeitos práticos como a injeção monetária exarcebada, a inflação também é fortemente impactada pela psicologia do mercado, e portanto acaba sendo impulsionada em grande parte por expectativas.

Quando as pessoas esperam que os custos aumentem, elas se comportam de acordo - exigem salários mais altos, aumentam os aluguéis e aumentam o custo dos bens e serviços. O que resulta em um ciclo retroalimentável que se estende indefinidamente.

Interessantemente, o dado mais intrigante da pesquisa é que os jovens, que nunca vivenciaram uma inflação galopante, são os mais preocupados. Poderiam eles estar sendo influenciados pelas mídias sociais?

Independente de como virá essa inflação, seja por meio de commodities ou de ativos, analistas dos mais diversos bancos estão concordando que criptomoedas são o modo certo para se proteger dela e manter o valor de sua poupança intacto ou crescente ao longo do tempo-espaço.