Uma análise feita pela Bloomberg projetou  21 milhões de desempregados para este momento de enfrentamento contra o coronavírus,  e os números reais demonstraram 20,2 milhões de empregos destruídos nesta crise do primeiro semestre de 2020.

Essa taxa de desemprego foi registrada como o pior resultado já visto desde 2009, quando aconteceu a crise financeira onde dados 834.665 postos de trabalho foram perdidos. Segundo Ahu Yildirmaz, co-diretor do ADP Research Institute, a contagem já seria mais do que o dobro de número de desempregados presenciados durante a grande recessão

As únicas áreas que não foram muito afetadas nesta  pandêmica foram a educação e gestão de empresas, já as áreas mais afetadas foram as de serviços, bares e restaurantes e turismo.