Veja os principais questionamentos de quem está começando a mergulhar no mundo dos investimentos em criptomoedas.

Conheça os principais mitos e fatos sobre a comercialização de criptomoedas

CapExplain May 11, 2022

O investimento em criptomoedas ainda pode ser visto como algo inacessível para muitas pessoas. Mas não é! Por esse motivo, ao longo de mais de uma década do desenvolvimento dessa tecnologia, muitos mitos foram criados e permanecem no imaginário do grande público, ajudando a distanciar os usuários dessa que é vista como a economia do futuro.

Para sanar suas dúvidas sobre o tema, criamos esse artigo de forma mais dinâmica, em um formato de perguntas e respostas com os principais pontos que podem gerar essas ressalvas.

Se você é uma das pessoas que sempre quis saber mais sobre o mundo cripto, mas sempre ficava com medinho, a hora de entender mais sobre o assunto e mergulhar de vez nessa economia é essa!

Nesse artigo você vai ver:

  1. A comercialização de criptomoedas é legalizada no Brasil?
  2. É possível hackear uma criptomoeda?
  3. É possível gerar mais moedas de uma mesma criptomoeda e evitar a escassez?
  4. A Blockchain é realmente segura?
  5. As movimentações com criptomoedas podem ser canceladas?
  6. Criptomoedas facilitam a lavagem de dinheiro?
  7. As criptomoedas não têm lastro (valor)?
  8. Um governo pode “derrubar” as criptomoedas?
  9. Dá para ganhar dinheiro rápido e fácil investindo em criptomoedas?
  10. É fácil comprar criptomoedas?

A comercialização de criptomoedas é legalizada no Brasil?

Fato. Não é somente o Brasil que vê as potencialidades de uma economia baseada em criptoativos, inclusive, cada vez mais países emergentes estão buscando a criptoeconomia como alternativa para seus próprios sistemas econômicos voláteis.

As criptomoedas não somente são legais no Brasil como são reconhecidas pela Receita Federal, possuem na tributação e precisam fazer parte das declarações de imposto de renda; e também já estão inseridas na legislação no que diz respeito a bens e direitos.

É possível hackear uma criptomoeda?

Mito. A tecnologia blockchain impede (ou tenta minimizar ao máximo) a possibilidade de roubo, pelo fato de que seria muito complexo violar o bloco em que foi feito o registro dessa criptomoeda e muito cara, pois dependeria de um heavy user, equipamentos, tempo e sistemas para “crackear” a blockchain.

A concepção da blockchain e sua cadeia de blocos, que funciona como um gigante registro público torna praticamente impossível falsificar e acessar os pormenores dessas movimentações.

Cada um desses blocos estão interligados por linhas de código ou os “nós”, fazendo com que a cadeia seja praticamente inviolável sem afetar todas as outras.

Além disso, os mineradores têm como trabalho fazer a verificação dessas transações, ou seja, o sistema é constantemente monitorado.

Entretanto, um ataque não é completamente impossível se forem encontradas falhas na segurança em algum ponto da cadeia. Há notícias sobre roubos e violações de segurança de exchanges e usuários, mas nunca na blockchain propriamente dita.

A segurança de toda a rede depende também de seus usuários, portanto, é fundamental para todo o sistema que sejam adotadas boas práticas, como listamos nesse artigo.

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É possível gerar mais moedas de uma mesma criptomoeda e evitar a escassez?

Fato. A criação de novas criptomoedas acontece pois elas estão estruturadas a partir de códigos abertos, contudo não é possível reproduzir uma mesma criptomoeda específica por conta do processo de verificação que depende do trabalho dos “mineradores” que validam a transação, como comentamos anteriormente, lembra?

É justamente essa parte do processo que confere força a este tipo de moeda. A segurança da rede permite às negociações e o armazenamento das criptomoedas e o acesso aos milhões de usuários em diversas partes do mundo.

Dessa forma, a criação de novas criptomoedas é sim possível, mas replicar uma mesma, não é. Uma analogia que cabe bem é com a criação de novas cédulas no Banco Central, elas possuem numeração individual e não devem ser clonadas.

A Blockchain é realmente segura?

Fato. As transações com criptomoedas dependem da validação dos membros da rede, o que impossibilita o envio duplicado de uma mesma moeda para dois usuários diferentes.

Mesmo que um minerador queira tirar proveito de alguma falha de segurança, isso é identificado pelos outros usuários que rejeitam novos blocos e validações.

Além disso, a cada validação que um minerador faz, mais segura a movimentação. Lembrando que cada transação corresponde a um valor e cada uma leva um tempo de validação justamente por isso.

A segurança das transações com criptomoedas é possível por conta de toda a cadeia de validação que envolve essas movimentações.

As movimentações com criptomoedas podem ser canceladas?

Mito. As transações feitas com criptomoedas são irreversíveis. Sendo assim, a melhor coisa é pensar bastante antes de fazer uma negociação.

Preste atenção aos dados envolvidos e, até que a validação seja realizada, o valor não deve ser realizado.

Mesmo assim, depois de um certo ponto do processo, a operação não pode mais ser desfeita.

Diferentemente do que acontece com transferências bancárias ou pagamentos com cartões de crédito em que os valores podem ser retornados à conta do usuário caso seja verificada a necessidade, a negociação com criptomoedas não possui essa opção. Uma vez feita, não poderá ser anulada ou estornada.

Criptomoedas facilitam a lavagem de dinheiro?

Mito. A ideia de que as movimentações com criptomoedas são anônimas favorece a percepção de que ela facilita atos ilícitos. Mas calma! Vamos por partes. Ainda que seja feita de forma anônima, elas podem ser rastreadas, ou seja, não estão sem monitoramento.

Sendo assim, é possível descobrir os usuários a partir das informações de IP, que são uma espécie de endereço do computador de onde a transação é proveniente.

Outra forma de manter esses dados sob monitoramento é através das exchanges, que precisam de identificação dos usuários.

Esses mecanismos colaboram na prevenção da lavagem de dinheiro e uso ilícito de recursos.

As criptomoedas não têm lastro (valor)?

Mito. Uma das maiores críticas quando o assunto são as criptomoedas é que elas não têm valor como as ações ou moedas fiduciárias.

O lastro nada mais é que uma garantia que subsidia um ativo. O lastro de uma ação é o valor da empresa; do ouro é a pureza; e, no caso das moedas fiduciárias, decretos de confiança emitido pelos governos (segurança que a moeda representa dentro dos mercados econômicos mundiais).

O lastro das criptomoedas é o processo de validação, que garante que as transações sejam realizadas com segurança.

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Um governo pode “derrubar” as criptomoedas?

Mito. Por estarem estruturadas em sistemas descentralizados, as criptomoedas estão resguardadas. Nenhum governo tem poderes para “derrubar” a rede que sustenta as movimentações com criptoativos.

Além de estarem seguros contra “delisgamentos de rede” seus investimentos em criptomoedas não podem ser manipulados de forma indiscriminada, já que o sistema de validação é composto por usuários do mundo todo, através da tecnologia blockchain.

A única intervenção que os Estados podem fazer é no que diz respeito à comercialização com base em valores fiduciários como os reais e os dólares, por exemplo.

Dá para ganhar dinheiro rápido e fácil investindo em criptomoedas?

Mito. Inclusive, tenha muito cuidado com as promessas de ganhos mirabolantes. Isso não existe. As criptomoedas são consideradas um investimento de risco tal qual ações e metais preciosos, e seus lucros atendem a inúmeras variáveis de mercado.

Nesse contexto, podem aparecer propostas “imperdíveis” de ganhos com cripto. Cuidado, pois normalmente tratam-se de esquemas de pirâmides financeiras.

A oferta é de remuneração altamente atrativa, o que faz com que os usuários se interessem. Por não ser um sistema sólido e confiável, após um tempo ele “quebra”, deixando os investidores com prejuízos altíssimos.

Trade, mineração e investimentos são algumas das formas possíveis de lucro com criptomoedas, mas são métodos que não oferecem nenhuma garantia de lucro imediato e exorbitante. É necessário estudo sobre investimentos e tempo para conseguir resultados satisfatórios.

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É fácil comprar criptomoedas?

Fato. Ao contrário do que a maioria das pessoas acha, adquirir criptomoedas é um investimento acessível. É possível comprar frações de Bitcoins, por exemplo, a R$1.

Com apenas R$1 em sua CapConta no app Capitual, você já consegue fazer a conversão para a carteira (CapWallet) de criptoativos da sua escolha, como converter BRL (reais) para Bitcoin.

Se quiser, também é possível fazer movimentações entre suas CapWallets, entre Bitcoin e Ethereum, por exemplo.

O app Capitual possui um recurso de conversão quase que instantânea, o que facilita demais suas movimentações e o acompanhamento dos seus investimentos. Você pode personalizar suas carteiras e manter controle total sobre seus rendimentos.

Dessa maneira, todo o processo de negociação dos seus criptoativos é muito mais simples e ágil, e você nem precisa sair do app Capitual.

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O Conteúdo deste Blog está disponível para fins meramente informativos e educacionais. Os artigos postados não constituem e não devem ser encarados, em nenhuma hipótese, como qualquer aconselhamento ou recomendação de investimento, tampouco como garantia de resultados ou rentabilidades em investimentos de qualquer natureza.

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Joanna Medeiros

Jornalista, produtora de conteúdo digital, MBA em Marketing e Comunicação. Acompanhando o mercado financeiro mudar através dos "olhos" da Capitual.